Fac similie

April 27, 2008 - Leave a Response

A facsimile (From Latin fac simile, “make like”) is a copy or reproduction of an old book, manuscript, map, art print or other item of historical value that is as true-to-the-orginal source as possible using, normally, some form of photographic technique.

O que faz algo tornar-se digno de outros tantos desejarem sua posse, facsimile, ou seja, o mais próximo possível do original ?

Será que tais obras, sejam elas, literarárias, artísticas, musicais, ganham uma habilidade hipnótica, lançando sobre os observadores, um feitiço ?

Será que o segredo disso tudo tá no poder de expressão, no sentido de grau, nível, que uma obra “perfeita”, consegue expressar, revelar, de forma mais clara possível seu conteúdo ?

Definitivamente um mistéio.

Mas uma conclusão já de imediato se pode vislumbrar: somos escravos das artes, das formas, das cores, da percepção.

Como a partir da percepção atingir o transcendental ?

Com o mundo sobre as costas

April 11, 2008 - Leave a Response

De repente, de uma vez só, tudo se torna denso, pesado, arriscado; importante demais.

Você era só mais um.

Noutro instante é a esperança, o depositário da angústia alheia.

Anteriormente nadando dentro da taça de cristal, transbordando vinho, sussegado, despreocupado.Aí o tinto, vira seco, transparente como diamante.

 De 0km/h a 300.000km/h em 1s.

Nesta velocidade dormir, acordar, estudar, trabalhar, comer, beber, falar; deixam de ser ações.

A ação se torna lenta, lenta, lenta…quase da para enchergar os “frames” passando.

A 300.000km/h parar não faz sentido algum.

 

Guda Guda, chipa chipa, luca, luca

April 7, 2008 - Leave a Response
Muito bacana a tentativa dos chineses de se comunicar em chingles. Fonética torta, pirata mas eficaz.
De novo ressalto a importância dessa atitude: foda-se os direitos autorais
A chineizada que o diga.
07/04/2008 – 10h36

China vira o paraíso de piratas “disléxicos”

Rodrigo Bertolotto

Em Pequim

A vendedora puxa tua blusa e diz “luca, luca”. Mostra um tênis e tenta nova comunicação: “Guda, guda”. Finalmente, usa um melhor argumento: “chipa, chipa”. Em bom chinglês, ela quer que o cliente veja sua mercadoria (look), comenta sobre sua qualidade (good) e já avisa que vai fazer precinho (cheap).

Pode vir pela frente um calçado Ball Star, Nibe, Keppa, Pmua ou Avivas. Apesar da confusão fonética, a confiança que os chineses pirateiam melhor que soletram faz a negociação continuar. As marcas com grafia errada servem para os produtores driblarem os direitos de propriedade, além de também se prestarem para pegar o consumidor local, pouco habituado com as letras latinas.

Para o momento da pechincha, a calculadora é indispensável. A comerciante digita nela um valor, em geral seis ou sete vezes maior do que o pisante merece. A técnica pega o turista desavisado, que sai achando que fechou bom negócio pagando a metade do preço.

Esse é o cenário no Silk Street Market, terceiro destino mais visitado da capital chinesa, só atrás da Cidade Proibida e da Grande Muralha. É um shopping de pequenos estandes separados por divisórias plásticas, o mesmo modelo que chegou ao Brasil pela comunidade oriental e via Ciudad Del Este. A sensação de estar em uma cidade paraguaia em plena Pequim aumenta quando a vendedora ensaia um espanhol: “Hola, amigo, balato pala ti ” (sic). O prédio concentra os ambulantes que antes vendiam na tradicional rua da Seda.

Desde a década passada, a China virou o paraíso dos falsificados ao mesmo tempo que se transformou no galpão fabril do mundo, papel esse que coube à Inglaterra no século 19. O país comunista abriu sua economia para o capital estrangeiro, mas um dos preços para desfrutar de 1,3 bilhão de consumidores maravilhados e trabalhadores baratos foi a tal “transferência de conhecimento”, eufemismo para cópia.

Arte UOL

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A Honda, do Japão, entrou, mas teve de enfrentar a concorrência das motos locais Hondga. Já a GM, dos EUA, teve de engolir um decalque de um carro seu por uma fábrica estatal para não brigar com o governo chinês.

Os chineses inventaram a bússola, a pólvora, o papel, o macarrão e os concursos públicos, mas hoje em dia deixaram a criatividade de lado e querem mais é copiar. Até o guaraná Antarctica, marcas de café e os orelhões ganharam versões genéricas por lá – na região das embaixadas em Pequim, um ambulante oferece por R$ 1 um DVD do filme nacional “Cidades dos Homens”, com o atrativo de se ver uma favela carioca com todos falando em chinês.

Isso gera um prejuízo de US$ 4 bilhões para o Brasil, mas uma cifra pequena para os US$ 84 bilhões anuais para empresas dos EUA, Europa e Japão. Mas isso é só um efeito colateral de converter o país ao capitalismo, produzindo 70% das máquinas de fotocópia, dos fornos de micro-ondas, dos tocadores de DVD e também dos sapatos do mundo.

Se o país hoje é conhecido pelos manufaturados perecíveis, o momento da virada se aproxima, como aconteceu com o Japão entre os anos 70 e 80. A China está se especializando em produtos de ponta, passando os EUA como maior exportador de tecnologia de informação, como celulares, laptops e câmeras digitais. Além disso, é o país que mais forma engenheiros e geneticistas no mundo.

Mas, neste ano em que a China recebe as Olimpíadas, o evento virou o alvo principal dos piratas, apesar da repressão do governo. A alguns metros da loja oficial de produtos licenciados, na rua central Wangfujin, uma vendedora se aventura a oferecer uma camiseta falseta com o logo dos Jogos. Ela busca no depósito, afinal, se tivesse exposto junto com as outras (com imagens de Mao Tse-tung ou de pandas fazendo taichi) seria presa. Ela pede 60, mas, após sessão de pechincha, faz por 30. Tudo isso para desbotar na primeira lavada.

No mercado de eletrônica não é diferente, mesmo com o paredão de neon e os telões hi-tech na fachada do prédio modernoso. São numerosas as marcas “disléxicas”, afinal, os sinais gráficos sobre os produtos são mais um desafio para o consumidor, como na perturbação de leitura diagnosticada pela medicina. Polystation ou Popstation são mutações do original Playstation. A mania mundial i-Pod, da Apple, ganha irmãos bastardos como i-Bob ou Oppo. Nokia vira Nckia. A Sony tem sua versão feminina Sonia ou versão “sopa de letrinha” Sqny. É engraçado, mas só compre se estiver montando uma coleção de produtos piratas.

http://olimpiadas.uol.com.br/2008/uol-em-pequim/pirataria.jhtm

Saqueador pirata

April 2, 2008 - Leave a Response

Apreciador de filmes que sou começarei a listar alguns dos documentários, filmes, shows adquiridos por min nessa imensidão de vastos planaltos e planícies cibernéticos formados pelos milhões de computadores desta rede.

La in vai!

Stomp – Show de uma trupe de dançarinos e percussionistas que tiram som de tudo e que te hipnotiza fácil fácil.

Schnews- Doc de um grupo de ativistas europeus(marioria britânica) que mostra desde o nascimento da Schnews até o que vem sendo desenvolvido nos dias de hoje.

Let´s Rock Again, Joe Strummer – Bom só por esse nome já se adianta muita coisa. Doc que mostra os bastidores da então recém formada banda do vocalista do The Clash, Joe Strummer & The Mescaleros. Além dos shows e bastidores mostra muita coisa da personalidade do próprio Strummer.

Good Copy Bad Copy – Doc sobre o debate travado entre gravadoras e o download de músicas nos sites p2p. Depoimentos de pessoas de ambos os lados da batalha. Presidentes de gravadoras Vs Girl Talk e Dj Dangermouse, governo norte-americano e corporações Vs The Pirate Bay.

Taking liberties – Doc sobre a política conservadora adotada pelo governo de Tony Blair após 11/09. Demonstra como a grande maioria delas ataca de frente a liberdade dos cidadãos britânicos e estrangeiros. Evidencia o alinhamento da política britânica à Washington com intuito de manter e hegemonizar o domínio sobre as demais nações.

I am an animal – Doc expõe de maneira sintética, breve, a história da organização PETA pró-direito dos animais surgida nos EUA e dos desafios passados e atuais da instituição.

Iraq for Sale – Desmantela toda o discurso americano de libertação do Iraque às torturas de Saddam demonstrando como essa guerra foi planejada e estruturada comercialmente pelos americanos. Sem exagero, mostra que até máquina de Coca-Cola os soldados americanos tinham a disposição no meio do deserto iraquiano.

Walmart, The High Cost of Low Price – Exibe a logística curel e suja da grande rede Wall-Mart. Destrói os pequenos produtores do ramo, ainda por cima passando a oferecendo produtos piores no lugar dos anteriores.

LSD – Dcoumentário exibido em rede de TV que conta a história dessa droga sintetizada pela primeira vez por um químico americano. Como todo bom pesquisador o maluco claro, resolveu provar da própria criação. O resultado ? Ficou dois dias malucaaaço em casa.

China Blue – Denuncia a realidade dos trabalhadores da China industrial atual. Crianças de 14, 15 anos trabalhando em jornadas de até 18h produzindo calças Jeans baratíssimas de exportação para países como França, Reino Unido e EUA. Impactante.

Daft Punk, Electroma – Curta dos frances do Daft Punk. Bem maluco. Máquinas-humanas que tentam se “maquiar”, “metamorfizar” para humanos-máquinas e que logo se vêem rejeitados, incompreendidos e tornam-se novamente máquinas-humanas/humanos-máquinas, finalizando rebeldes cheios de rancor.

Live Freaky Die Freaky – Curta de animação bizarro e totalmente Freaky. muita viagem nas histórias e até que cutuca em algumas questões polêmicas pra tentar aterrissagem na realidade.

Zeitgeist – Dizem que é na verdade uma coletânea( e realmente parece) de vários outros documentários feitos mas que nesse, se juntam pra fazer uma crítica da racionalização extrema da modernidade e do modo de vida que isso implica. Apresenta muitas questões boas.

Thelonious Monk, Straight No Chaser- Doc produzido por Clint Eastwood que conta um pouco da carreira e vida do pianista de Jazz. Só escutando a música de Monk já se tem uma idéia de como devia ser gênio pra compor e tocar como ele. Depois de ver as imagens de shows, gravações e da própria intimidade de Monk, eu particularmente, tive certeza.

Sweeney Todd – Até que enfim, o primeiro filme. Mais uma parceria bacana do Burton com Depp. Apesar de musical não é tão chato como aquele tipão normalmente produzido e ensaiado para Broadway. É mais arte e menos espetáculo e encheção de linguiça.

Foo Fighters, Everywhere but Home – DVD de shows do Foo Fighters até o lançamento e recém divulgação do então One by One. O principal show filmado é um realizado no Canadá. Banda animada e performace digna de gravação. Público pula atééé.

Betty Blue – Outro filme. Francês. Da década de 80. Fotografia excelente. A história é surpreendente, principalmente pro final. Os atores são ótimos. Clássico.

Pierre Verger, Mensageiro entre dois mundos – Doc dirigido por um brasileiro sobre a vida e obra do antropólogo francês, naturalizado brasileiro Pierre Verger. Narração do nosso atual ministro da cultura Gilberto Gil. Vários personagens célebres  da produção cultural brasileira dão depoimentos.

Chinatown – Clássico de gangster, detetive e suspense do Polanski. Trama e roteiro de tirar o fôlego, quase dá pra perder o fio da miada. Participação do então novinho Jack Nicholson.

I´m Not There – Li numa resenha que era difícil enquadrar essa produção em uma vertente só do cinema.Tem elementos de um documentário, de um filme, de uma videografia etc. Bastante exprimental, justamente como foi a vida do protagonista: Bob Dylan. Boa sacada do diretor e do roteirista. Obra imitando, relatando, inventando…

Songs From The Second Floor – Filme sueco com uma fotografia sinistra. O roteiro do filme da pano pra manga, assisti uma vez só e com legenda em inglês( não achei em português) e fiquei com pelo menos umas três hipóteses de entendimento. Pretendo assisti mais pra ver se fico só com uma.

Chega.

Apesar de ter mais, paro por aqui.

Ta tarde, vo durmi.

Depois sigo com a lista de itens contrabandiados. HAHAHAHAHA. Não tenho nem remorso.

A história ensina

March 31, 2008 - Leave a Response

Não de uma de Jesus Cristo pois você pode acabar na cruz

Jay-Z  apoiando o democrata Barack Obama

Dirge

March 29, 2008 - Leave a Response

I hate myself for lovin’ you and the weakness that it showed
You were just a painted face on a trip down Suicide Road.
The stage was set, the lights went out all around the old hotel,
I hate myself for lovin’ you and I’m glad the curtain fell.

I hate that foolish game we played and the need that was expressed
And the mercy that you showed to me, who ever would have guessed?
I went out on Lower Broadway and I felt that place within,
That hollow place where martyrs weep and angels play with sin.

Heard your songs of freedom and man forever stripped,
Acting out his folly while his back is being whipped.
Like a slave in orbit, he’s beaten ’til he’s tame,
All for a moment’s glory and it’s a dirty, rotten shame.

There are those who worship loneliness, I’m not one of them,
In this age of fiberglass I’m searching for a gem.
The crystal ball up on the wall hasn’t shown me nothing yet,
I’ve paid the price of solitude, but at last I’m out of debt.

Can’t recall a useful thing you ever did for me
‘Cept pat me on the back one time when I was on my knees.
We stared into each other’s eyes ’til one of us would break,
No use to apologize, what diff’rence would it make?

So sing your praise of progress and of the Doom Machine,
The naked truth is still taboo whenever it can be seen.
Lady Luck, who shines on me, will tell you where I’m at,
I hate myself for lovin’ you, but I should get over that.

Significando

March 16, 2008 - Leave a Response

Dentre tantos assuntos que passam pela minha cabeça em um dia, a maioria deles só passam mesmo, outros até permanecem por mais de alguns minutos. Os vencedores existem por vários dias; esses são os mais interessantes e complexos, no sentido de que se trabalhados podem render conclusões produtivas. Toda essa trabalheira para tentar dar significado as coisas. As palavras não podem ser só meras referências a objetos, frases nunca demonstram só um lado da moeda. Gestos causam mais do que espanto ou felicidade, alguns assemelhan-se a faca quente sobre a pele, rasgam e marcam facilmente. 

Tenho a impressão de que passei a vida inteira  sob influência do que o mundo e todas as outras pessoas gostariam que estivesse. Como se tudo estivesse sendo muito bem planejado, como um trem seguindo sua viagem sobre os trilhos da estrada. Tal impressão chega a me assustar quando penso na cadeia de planos e padrões de vida que governos tem para seus cidadãos. É claro que para alguns o “convênio” é melhor, pagam mais imposto, tem mais renda, logo são mais beneficiados, ou compram benefícios melhores.

Até os dilemas desses cidadãos mostram-se iguais. Proclamam que no ocidente todos são indivíduos, insubstituíveis, cada um com a originalidade do seu ser, no entanto todos buscam o mesmo fim com os mesmos meios, e porque, já que nos mostramos ”tão singulares” ? Mas pensando bem, creio eu, que ou nos oferecem uma grande mentira ou somos castrados e domesticados desde que o ar entra em nossos pulmões na primeira inspirada no hospital.

Essa visão geral , sistêmica de que o todo nos pressiona, nos impõe, no movimento guela abaixo não me agrada. Justamente porque acredito na força do NÃO, da negação frente a pressão positiva e enclausurante. Dizendo não nos forçamos a buscar o sim, o nosso sim, vislumbramos além do que está posto. Jean Paul Sartre tem uma frase que expressa bem essa atitude: “É importante exprimir um lugar para o “nada”, poder dar existência e concretude ao “nada” a fim de fazer real a possibilidade da negativa. A capacidade de conceber a negativa constitui a liberdade de imaginar outras possibilidades. O poder de negar constitui a liberdade de imaginar outras possibilidades de escolher, é o princípio da liberdade do pensamento, de imaginar outras possibilidades, e da liberdade de ação ou seja tentar realizar concretamente a liberdade”. Sendo assim se o indivíduo, na minha visão, sempre tem essa opção de dizer não, a ação de tudo ao seu redor, recai sobre ele, é de sua responsabilidade e vontade. Estaria em plena contradição caso sempre negasse só verbalmente e agisse de modo incoerente com seu não anterior. Pra exemplificar, essa questão ambiental cabe bem. Todos querem plantar árvores sem pensar em deixar seus carros em casa nem discutir a melhoria do transporte público e de novos meios de transporte público. Sempre na tensão público X privado, interesse geral X interesse pessoal, a velha questão da alteridade, mal resolvida por sinal.

Submetidos a essa forma de vida desde cedo não poderiamos querer agir de outra maneira. Nunca tentarmos sair ou se afastar dela só arrastaria o problema. A única saída então é dizer não e buscar resignificar as coisas ao nosso redor.Dar nossos próprios significados a nossa realidade e assim se fará no mundo. As coisas vão bem se se faz o dever de casa, mas também acho necessário escolher qual, porque, quando, como faremos o dever de casa.

Quando se diz não, o trem por um momento sai dos trilhos, do trilho dos outros. No entanto abre-se a oportunidade de escolha e construção do nosso próprio trem e de nossos próprios trilhos e estradas. A direção quem dá agora não é o antigo e velho maquinista.

Ta ae um cara que deu significado próprio as coisas. Bem bacana esse filme.

O simulacrum continua…

March 13, 2008 - Leave a Response

É…causalidade…uma coisa leva à outra.

Descobrindo Guy Debord chega-se a Baudrillard.

Pra Debord achei a paráfrase visual da Alice.

Pro baudrillard o Grand Theft e também um outro bem artístico e original.

Texto, vídeo e música juntos, tudo linguagem.

Mars Volta-Wax Simulacra

Came back to tell yourself I broke in twos,
Define the puncture, when will I know to,
I found something to shake by the roots,
I come along to see what’s in your room,
The Coma’s spending time to answer you,
I need something laid out for him,

Am I waiting now,
Does my waiting howl,
Am I waiting now?
Does my waiting howl.

I bring an avalanche of taunted bones,
Contaminate your cravings if you choose,
To pray something then extra will spill
Whom after me form out a content high,
Inhale the vapors that will heal your smile,
Hope for something to shake by the roots.

Am I waiting now,
Does my waiting howl,
Am I waiting now,
Does my waiting howl.

Bring me the tame,
Witness germinating the child,
The word of mouth stutters,
Blink at the lonely guise

Hasta!

O bem o mal e o cidadão

March 8, 2008 - Leave a Response

O bem o mal e o cidadão

O justo o injusto e o cidadão

A fome a gula e o cidadão

A vida a morte e o cidadão

O amor o ódio e o cidadão

O céu a terra e o cidadão

O dia a noite e o cidadão

A calmaria a correria e o cidadão

O rico o pobre e o cidadão

O empregado o patrão e o cidadão

Tudo, nada e o cidadão.

Viva a democracia e seus cidadãos estúpidos.

The Good The Bad and The Queen

Friday night in the Kingdom of Doom
Ravens fly across the room
All in now there’s a noise in the sky
Following all the rules and not asking why

And when the sunset world begins
Turning into the night I see everything in black and white and then

Drink all day ‘cos the country’s at war
You’ll be falling on the palace floor
I can’t be anymore than I see
In the flood get washed away

When the sunset world begins
Turning into the night I see everything in black and white and then
A love song for the collaboration you and me will never be and then
We’ll let it flow away

 Resignificando

La Société du spectacle

March 4, 2008 - Leave a Response

 Quem procura acha ?

Acha…

 

Não sei quem são os autores dessa adaptação, mas foram bem originais.

Com certeza da para se fazer muitas interpretações com esse desenho.

Arte boa é asim, densa de significados.

Guy Debord é um situacionista. Entre outras coisas, diz que tudo hoje em dia tornou-se espetáculo. Onde os seres vivos que atuam nos espetáculos do dia-a-dia tornaram-se insignificantes, só importa o “todo”.(http://www.nothingness.org/SI/)

Web semântica ? Web 3.0 ? É o que há. Próximo post maiores explicações.

Mudando de assunto… 

Como fizeram boas letras esses garotos…vixi! Confira.

 The Kinks- Powerman

I know a man, he’s a powerful man
He’s got the people in his power
In the palm of his hand.
He started at the bottom and he worked his way up
Now he’s never going to stop
Until he reaches the top.
It’s the same old story, it’s the same old dream,
It’s power man, power man, and all that it can bring.
If you want your money, you better stand in the line
‘Cos you’ll only end up picking up nickels and dimes.
You call him names and he sits and grins
‘Cos everybody else is just a sucker to him.
And he’s got my money, but I’ve got my faith
And powerman, powerman, I’ll never be your slave.
It’s the same old story, it’s the same old game
It’s power man, power man, driving me insane
People tried to conquer the world Napoleon and Genghis Khan
Hitler tried and Mussolini too
Powerman don’t need to fight, powerman don’t need no guns
Powerman got money on his side
Well I’m not rich and I’m not free
But I’ve got my girl and she got me
He’s got my money and my publishing rights
But I’ve got my girl and I’m alright
And she got me going, and she keeps me sane
But powerman, powerman, got money on the brain
It’s the same old story it’s the same old game
Powerman, powerman driving me insane